O que somos é a Verdade e isso é absoluto. O que pensamos que somos é relativo. Só podemos ter conversas sobre o que pensamos que somos. O que somos evoca silêncio absoluto.
A experiência mais próxima da Verdade é o “Eu Sou”. O conhecimento essencial de ser ou existir. Nenhum pensamento é necessário, muito menos palavras.
A partir do “Eu Sou”, a existência se bifurca: a jusante ou para fora encontram-se a mente e o universo, com todas as suas verdades relativas; a montante ou para dentro: o Silêncio total, a Origem e o Fim e a Paz.